sábado, 24 de dezembro de 2011

terça-feira, 12 de julho de 2011

De passagem ...

Sem nada de especial para dizer! Abraços e beijocas.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

O que nesta Quadra sobressai é não tanto a boa vontade de construir mas antes o como que arrumar a casa que sempre transportamos as mais das vezes às costas e frequentemente sem disso querermos saber.
Começa a operação Natal nas estradas e a pena dos que vão ainda perder a vida até lá potencia-se, não tanto por não irem durar ao menos mais um ano, cumprir o passo a passo, mas por que – como sucedeu com um dirigente e comentador desportivo – já não integram a ceia do bacalhau cozido sem todos. Fica a muda memória dos ancestrais enquanto o quisermos.
Dando uma volta por aí, mesmo sem se sair de casa ou do quintal, facilmente salta aos olhos de ver, ouvir e contar que as crianças somos todos os que agarram a prenda mesmo sem a desejarem, isto é, fica a gente disponível para receber, numa primeira camada, completando-se o processo no dar sem ter de fazer muitas contas. Isso é que era bom, dirão alguns. Pois bem, seria, será. O tempo é de crise mas é precisamente aí que se pode afinar a capacidade de resistir, principalmente quem esteja mergulhado na azáfama sempre superficial das cidades em que cada um vale o que vale. Nas vilas já é um pouco diferente, ainda que em muitas delas se imite mais o citadino do que se projecte o cidadão desde logo por uma questão de escala sempre aí presente e bambeando tartamuda.
É na aldeia que tudo se resume a memória hoje facilitada pelo concentrar progressivo de tempo sob as ombreiras e sobre os ombros deixando a marca de água que ainda faz de nós gente menos estranha do que outra qualquer.
No universo de matriz cristã comemoram-se com mais propriedade o dia e a noite olhando o crepitar à volta do presépio de reminiscências medievais, a não ser que venham os fluidos fabricados e devidamente adereçados em redor dos códigos de barras que pululam sem cessar e dão o índice de qualidade da civilização dos nossos dias e também um reverso de medalha que reluz sem necessariamente indiciar oiro na árvore de natal.
Bom Natal e Bom Ano Novo se desejará sempre a quem passe ou fique, não apenas por uma questão de educação mas por que nascemos neste meio e nele permanecemos mesmo sem nisso se pensar. Que pensar bem não é fácil, exige treino e disciplina mental como condições basilares, a par de um ir andando sem se saber muito bem o que o futuro nos reserva, evidentemente. É a nossa condição de humanos à face da Terra, olhando os Céus no alto, em baixo e dos lados.

sábado, 26 de dezembro de 2009

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Que raio!

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Meu Deus, cada vez mais perto do dia ... que angústia, que terror! Já só faltam 2 dias, que fazer? Mas tenho que decidir, escolher, já? Mais 4 anos pela frente, e só tenho estas hipóteses? o melhor seria parar o processo, baralhar e dar de novo, que as cartas estão gastas ...
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Se não é isto que passa pela cabeça da maioria dos eleitores portugueses, se o que pensam é claro e cristalino, eu preciso, urgentemente, dos avanços reais na exploração do espaço. Porque, minha gente, preciso muito de emigrar para Marte. Não, não, Marte é muito perto, pode sofrer de partidarite aguda em pouco tempo, já que, ao contrário da gripe A, esta doença fatal para a democracia vive do contágio pelas ideias (ou pela falta delas ...), muito mais perigoso que o metro, metro e meio onde sobrevive o vírus daquela gripe.
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Porque não faço parte da maioria dos eleitores portugueses, antes duma minoria (muito menor), Domingo, 27 de Setembro vou, descansadamente, votar, como sempre fiz. Vou fazê-lo de forma válida, como também sempre fiz. Não vou optar por uma solução de poder, como (quase) sempre fiz. Posso dizer, com um sorriso nos lábios, que não serei responsável pelos próximos 4 anos, já que não votarei nos que vão governar-nos. Mas o meu sorriso vai ser um bocado (muito) amarelado! Vai, vai ...
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sábado, 19 de setembro de 2009

SIS, sondagens, futebol e trabalho: mix de frutas!

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Andam para aí a escutar quem quer que se pense que está a ser alvo de escuta. Não tem que haver qualquer escuta, basta dizer que pode estar a acontecer. O difícil, para um cidadão comum, é perceber porque é a ideia da escuta mais importante que a própria escuta, já que esta nunca terá acontecido ou, se aconteceu, não foi por aí que a escuta foi elevada a caso de estado.
É tempo de se passar a outro patamar: colocar a escuta a funcionar, de facto, e dar disso notícia, se possível com divulgação de um qualquer negóciozito privado. Depois, fazer figas, franzir o sobrolho e assobiar para o lado - afinal, a secreta existe para quê??
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Depois das sondagens para as europeias, que davam a vitória ao PS (ou empate técnico, mas com o PS na frente), e do resultado que se traduziu numa derrota claríssima deste partido líder, temos agora, alguns (poucos) meses passados, outra eleição e, de novo, as sondagens a dar o PS como vencedor. Entretanto, o PS continou governo, a crise manteve-se, o desemprego cavalga novos valores históricos, os feridos do poder cada vez mais doridos ... .
Ou o cidadão auscultado (não tão comum, porque eu nunca fui sondado) descobriu que tinha mais piada responder uma coisa e fazer outra ou as empresas das sondagens contrataram japoneses para se suicidarem com sucesso ... em tempo de crise.
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O Benfica, depois de empatar com o Marítimo, ganha e goleia tudo e todos. O Sporting, depois de empatar com tudo e todos, ganha já a alguns. O Porto, que ganhava a muitos, perde e convence. Até o futebol parece contaminado pela parvoíce da vida ... já para não falar num ciclista que sabe ser tão $%$&# como os que fazem a opinião dita pública!
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Se trabalhar dá saúde, então estive doente 3 meses e vou tratar-me a partir de segunda feira. Não é por nada, mas preferia continuar "adoentado" outros 3 mesitos ...
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domingo, 22 de fevereiro de 2009

Carnaval

a) Paredes de Coura
B) Rua do antigo Heroísmo
c) Torres Vedras
d) Ex-escolas

Avaliação: Excelente